quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Moção contra o fechamento do Museu do Automóvel de Brasília


Petição Moção de Apoio ao Museu do Automóvel de Brasilia
Para:Presidência da República

Sr. Presidente da República,

O Museu do Automóvel de Brasília tem cumprido de forma exemplar a missão de manter viva, nesta Capital Federal, a história da indústria automobilística - em especial o capítulo brasileiro desta história - promovendo a perenização da cultura e a preservação de parte relevante do acervo histórico brasileiro sobre o tema.

2. Esta nobre missão é realizada por um museu modesto, mas que detêm, dada sua qualidade e diversidade, um dos acervos mais valiosos de todo o país, incluindo exemplares raros de veículos produzidos em série limitadíssima, e últimos exemplares de diversas série de motores produzidos pela indústria brasileira.

3. Por sua relevância cultural, pela importante missão de preservar a história e a memória da indústria automobilística e sua influência na vida moderna brasileira, e pela manutenção, nesta Capital Federal, deste rico e valoroso acervo, manifestamos todo nosso apoio à causa do Museu do Automóvel de Brasília e à sua curadoria, para que este seja mantido em pleno funcionamento, situado em local nobre e em condições plenas para realizar, com excelência, sua relevante missão.


Assine a moção de apoio ao Museu do Automóvel de Brasília abaixo:

http://www.peticaopublica.com/?pi=apoiomab


O Museu do Automóvel de Brasília está na iminência de desaparecer.
Precisamos do seu apoio para conseguir uma nova sede para o Museu.
Ajude o Museu! clique na imagem abaixo, assine a petição e divulgue para seus conhecidos!
O Museu do Automóvel de Brasília agradece!

Sobre o Museu do Automóvel:
SGON - Quadra I - n. 205
CEP: 70.610 - 610
Brasília-DF

+55 (61) 3225.3000

Horário de funcionamento:
11h as 17h

Ingresso
R$10,00 inteira
R$5,00 meia

Pagam meia crianças de 06 anos a 12 anos incompletos, estudantes, maiores de 60 anos e grupos acima de 4 pessoas.

Mediante apresentação de documento de identificação específico, isenção de ingressos

Venha nos fazer uma visita!

FASES DA LUA

Fase da Lua hoje como vista por um observador voltado para o sul, tendo o leste à sua esquerda e o oeste à sua direita. À medida que a Lua viaja ao redor da Terra ao longo do mês, ela passa por um ciclo de fases, durante o qual sua forma parece variar gradualmente. O ciclo completo dura aproximadamente 29,5 dias. Esse fenômeno é bem compreendido desde a Antiguidade. Acredita-se que o grego Anaxágoras (± 430 a.C.), já conhecia sua causa, e Aristóteles (384 - 322 a.C.) registrou a explicação correta do fenômeno: as fases da Lua resultam do fato de que ela não é um corpo luminoso, e sim um corpo iluminado pela luz do Sol.


A face iluminada da Lua é aquela que está voltada para o Sol. A fase da lua representa o quanto dessa face iluminada pelo Sol está voltada também para a Terra. Durante metade do ciclo essa porção está aumentando (lua crescente) e durante a outra metade ela está diminuindo (lua minguante). Tradicionalmente apenas as quatro fases mais características do ciclo - Lua Nova, Quarto-Crescente, Lua Cheia e Quarto-Minguante - recebem nomes, mas a porção que vemos iluminada da Lua, que é a sua fase, varia de dia para dia. Por essa razão os astrônomos definem a fase da Lua em termos de número de dias decorridos desde a Lua Nova (de 0 a 29,5) e em termos de fração iluminada da face visível (0% a 100%). Recapitulando, fase da lua representa o quanto da face iluminada pelo Sol está na direção da Terra.
As quatro fases principais do ciclo são:

Lua Nova:

• Lua e Sol, vistos da Terra, estão na mesma direção

• A Lua nasce 6h e se põe 18h.

A Lua Nova acontece quando a face visível da Lua não recebe luz do Sol, pois os dois astros estão na mesma direção. Nessa fase, a Lua está no céu durante o dia, nascendo e se pondo aproximadamente junto com o Sol. Durante os dias subsequentes, a Lua vai ficando cada vez mais a leste do Sol e, portanto, a face visível vai ficando crescentemente mais iluminada a partir da borda que aponta para o oeste, até que aproximadamente 1 semana depois temos o Quarto-Crescente, com 50% da face iluminada.

Lua Quarto-Crescente:

• Lua e Sol, vistos da Terra, estão separados de 90°.

• a Lua está a leste do Sol e, portanto, sua parte iluminada tem a convexidade para o oeste.

• a Lua nasce meio-dia e se põe meia-noite

A Lua tem a forma de um semi-círculo com a parte convexa voltada para o oeste. Lua e Sol, vistos da Terra, estão separados de aproximadamente 90°. A Lua nasce aproximadamente ao meio-dia e se põe aproximadamente à meia-noite. Após esse dia, a fração iluminada da face visível continua a crescer pelo lado voltado para o oeste, até que atinge a fase Cheia.

Lua Cheia

• Lua e Sol, vistos da Terra, estão em direções opostas, separados de 180°, ou 12h.

• a Lua nasce 18h e se põe 6h do dia seguinte.

Na fase cheia 100% da face visível está iluminada. A Lua está no céu durante toda a noite, nasce quando o Sol se põe e se põe no nascer do Sol. Lua e Sol, vistos da Terra, estão em direções opostas, separados de aproximadamente 180°, ou 12h. Nos dias subsequentes a porção da face iluminada passa a ficar cada vez menor à medida que a Lua fica cada vez mais a oeste do Sol; o disco lunar vai dia a dia perdendo um pedaço maior da sua borda voltada para o oeste. Aproximadamente 7 dias depois, a fração iluminada já se reduziu a 50%, e temos o Quarto-Minguante.

Lua Quarto-Minguante

• a Lua está a oeste do Sol, que ilumina seu lado voltado para o leste

• a Lua nasce meia-noite e se põe meio-dia

A Lua está aproximadamente 90° a oeste do Sol, e tem a forma de um semi-círculo com a convexidade apontando para o leste. A Lua nasce aproximadamente à meia-noite e se põe aproximadamente ao meio-dia. Nos dias subsequentes a Lua continua a minguar, até atingir o dia 0 do novo ciclo.

O intervalo de tempo médio entre duas fases iguais consecutivas é de 29d 12h 44m 2.9s ( 29,5 dias). Esse período é chamado mês sinódico, ou lunação, ou período sinódico da Lua.

O período sideral da Lua, ou mês sideral é o tempo necessário para a Lua completar uma volta em torno da Terra, em relação a uma estrela. Sua duração média é de 27d 7h 43m 11s , sendo portanto 2,25 dias mais curto do que o mês sinódico.

O período sinódico da Lua, com duração de aproximadamente 29,5 dias (variando entre 29,26 6 e 29,80 dias), é, em média, 2,25 dias maior do que o período sideral da Lua porque nos 27,32 dias em que a Lua faz uma volta completa em relação às estrelas (o período sideral da Lua), o Sol de desloca [360°/(365,25 dias)] aproximadamente 27°=(27 dias × 1°/dia) para leste e, portanto, é necessário mais 2 dias [27°/(360°/27,32 dias)] para a Lua se deslocar estes 27° e estar na mesma posição em relação ao Sol, que define a fase.

Dia Lunar: Tendo em vista que o período sideral da Lua é de 27,32166 dias, isto é, que ela se move 360° em relação às estrelas para leste a cada 27,32 dias, deduz-se que ela se desloca para leste 13° por dia (360°/27,32), em relação às estrelas. Levando-se em conta que a Terra gira 360° em 24 horas, e que o Sol de desloca 1° para leste por dia, deduzimos que a Lua se atrasa 48 minutos por dia [(12°/360°)×(24h×60m)], isto é, a Lua nasce cerca de 48 minutos mais tarde a cada dia.

Recapitulando, a Lua se move cerca de 13° para leste, por dia, em relação às estrelas. Esse movimento é um reflexo da translação da Lua em torno da Terra, completada em 27,32 dias (mês sideral). O Sol também se move cerca de 1° por dia para leste, refletindo a translação da Terra em torno do Sol, completada em 365,2564 dias (ano sideral). Portanto, a Lua se move cerca de 12° por dia em relação ao Sol, e a cada dia a Lua cruza o meridiano local aproximadamente 48 min mais tarde do que no dia anterior. O dia lunar, portanto, tem 24h48m.


Rotação da Lua:

À medida que a Lua orbita em torno da Terra, completando seu ciclo de fases, ela mantém sempre a mesma face voltada para a Terra. Isso indica que o seu período de translação é igual ao período de rotação em torno de seu próprio eixo. Portanto. a Lua tem rotação sincronizada com a translação.

É muito improvável que essa sincronização seja casual. Acredita-se que ela tenha acontecido como resultado das grandes forças de maré exercidas pela Terra na Lua no tempo em que a Lua era jovem e mais elástica. As deformações tipo bojos causadas na superfície da Lua pelas marés teriam freiado a sua rotação até ela ficar com o bojo sempre voltado para a Terra e, portanto, com período de rotação igual ao de translação. Essa perda de rotação teria em consequência provocado o afastamento maior entre Lua e Terra (para conservar o momentum angular). Atualmente a Lua continua afastando-se da Terra, a uma taxa de 4 cm/ano.

Note que como a Lua mantém a mesma face voltada para a Terra, um astronauta na Lua não vê a Terra nascer ou se pôr. Se ele está na face voltada para a Terra, a Terra estará sempre visível. Se ele estiver na face oculta da Lua, nunca verá a Terra.

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Como o sistema Terra-Lua sofre influência gravitacional do Sol e dos planetas, a Terra e a Lua não são esféricas e as marés provocam fricção dentro da Terra e da Lua, a órbita não é regular, precisando de mais de cem termos para ser calculada com precisão. O período sideral varia até 7 horas. O período sinódico tem variação ainda maior, de até 12 horas (Lang,2001).

A órbita da Lua em torno da Terra está inclinada 5° em relação à orbita da Terra em torno do Sol.
 

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Hoje é dia de São Francisco de Assis

Orai conosco.

Senhor: Fazei de mim um instrumento de vossa Paz.
Onde houver Ódio, que eu leve o Amor,
Onde houver Ofensa, que eu leve o Perdão.
Onde houver Discórdia, que eu leve a União.
Onde houver Dúvida, que eu leve a Fé.
Onde houver Erro, que eu leve a Verdade.
Onde houver Desespero, que eu leve a Esperança.
Onde houver Tristeza, que eu leve a Alegria.
Onde houver Trevas, que eu leve a Luz!

Ó Mestre,
fazei que eu procure mais:
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando, que se recebe.
Perdoando, que se é perdoado e
é morrendo, que se vive para a vida eterna!

A história do rock de Brasília contada em livro


Jornalista reúne depoimentos da turma de curtidores do punk rock da cidade que daria origem a bandas como Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Capital Inicial e Plebe Rude

Por Silvio Essinger em 08/05/2001

- Alô, Babu, é o Renato. Você sabe tocar baixo?

- Não, Renato, só sei tocar alto.

- Rá, rá, rá, tá! Tá bom, tchau.

E assim, por causa de uma piada boba, Babu perdeu a chance de tocar com a Legião Urbana, que poucos anos depois se tornaria uma das maiores bandas de rock no Brasil. Essa é apenas uma das histórias que o jornalista Paulo Marchetti, 30 anos de idade, conta no livro O Diario da Turma 1976/1986: A Historia do Rock de Brasilia, que sai em breve pela editora Conrad e que terá lançamento dia 22 de junho, no Espaço Cultural Renato Russo (ex-Teatro Galpão), na 508 Sul, em Brasília. Durante a festa, uma banda montada especialmente para a ocasião tocará as músicas de alguns dos grupos retratados no livro.

O ano de 1976 é aquele em que saem nos Estados Unidos e na Inglaterra os primeiros discos do punk rock - aqueles que irão influenciar os garotos de Brasília a montar suas bandas. E 1986 é quando as bandas que se destacaram na cena - Legião Urbana, Plebe Rude, Capital Inicial - já estão todas fora da cidade, tocando suas carreiras em meio à explosão do Rock Brasil. Nesses 10 anos se desenrola a história, que é recuperada por Paulo na forma do entrelaçamento de depoimentos das várias das pessoas envolvidas, mais ou menos como no livro Mate-Me por Favor, que retrata a cena punk inaugural, de Nova Iorque.

O jornalista entrevistou mais de 100 pessoas para o livro, 60 das quais acabaram entrando no livro. Algumas conhecidas, como Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá (Legião), Herbert Vianna e Bi Ribeiro (Paralamas, que só seria formado no Rio de Janeiro), Dinho, Lôro, Fê e Flávio Lemos (Capital Inicial), Phillipe Seabra e André Muller (Plebe Rude) e o irmão de André, Bernardo (da Escola de Escândalo). Mas ele também foi atrás de pessoas que não chegaram ao estrelato, como Boticão, Ana Resende, Marta, Cris e o (agora) lendário Babu. Alguns foram bem difíceis de ser achados, como o iugoslavo Sava (que voltou para sua terra) e Iko Ouro Preto, irmão de Dinho, que muito brevemente tocou guitarra na Legião e hoje é fotógrafo em Paris.

Algumas pessoas infelizmente não deram depoimentos para o livro. Dois dos mais importantes, porque morreram, coincidentemente em 1996: Renato Russo e Fejão, guitarrista do Escola de Escândalo. "Fejão tocava de tudo, baixo, guitarra, e muito bem", conta. Outras pessoas, o autor simplemente não conseguiu encontrar porque elas se isolaram no mato: caso de Negrete (baixista da Legião) e Jander Bilaphra (guitarrista e vocalista da Plebe Rude).

Tema bem familiar

Paulo conta que sempre teve muita vontade de escrever um livro - seguindo o conselho do roteirista Doc Comparato, resolveu começar por um tema que conhecia bem. E suas memórias foram reavivadas em 97, quando trabalhava na MTV e estava preparando um especial sobre o aniversário de um ano da morte de Renato Russo, e tomou depoimentos de Dado e Bonfá. Nascia aí a idéia do livro, que ele foi escrevendo nas horas vagas, aproveitando as férias para viajar ao Rio e a Brasília para realizar as entrevistas.

Na época em que tudo aconteceu, o jornalista ainda era menino. Mas, por volta de 1982, as suas duas irmãs mais velhas eram ligadas às turmas. "Minha irmã do meio, Fernanda, era amiga da Aninha, irmã do Dinho. Eu só queria saber de andar de bicicleta e jogar futebol de botão, mas gostava de rock e a gente acabou se conhecendo. Como eu não podia sair de casa, ainda era moleque, ficava ouvindo as fitas que elas traziam - algumas do Renato Russo ao violão, outras da Legião Urbana, da Plebe Rude...", conta. Anos depois, Paulo viraria vocalista da banda brasiliense Filhos de Menguele, cujo baterista era Digão, mais tarde guitarrista dos Raimundos.

O esquema da turma era a seguinte: quem ia para Londres - coisa comum, já que havia muitos filhos de diplomatas - trazia os discos recém-lançados do punk, que eram copiados pela turma em fitas cassetes. Não raro, eles também traziam fitas com os programas do radialista John Peel. Assim, as músicas do Clash, Sex Pistols, Damned e Stranglers (cujos discos levavam meses, às vezes anos, até serem lançados no Brasil) se disseminavam rapidamente entre a garotada, numa Brasília que ainda tinha jeito de cidade de interior. A Turma da Colina (Fê, Flávio, Renato Russo), a primeira na cidade a curtir o punk, acabou transmitindo o gosto para os cabeludos da 104 Sul (Herbert, Bi e Dinho, que por sinal estava escrevendo um livro sobre a Turma da Colina), que ainda viviam o rock progressivo.

Rockonhas

O livro conta algumas prosaicas histórias da turma, como quando Lôro e Gutje (baterista da Plebe) saíram andando pela cidade atrás de uma meninas punks de quem tinham ouvido falar. Ou então de quando Fê e Renato Russo disputavam os exemplares do jornal New Musical Express (a bíblia do punk) que chegavam à biblioteca da Cultura Inglesa."Falo das histórias de fim de semana, das Rockonhas [festas com som e erva que freqüentemente acabavam com a chegada da polícia], das brigas com os playboys, das bebedeiras", relata.

O volume está dividido em duas parte: A Turma e As Bandas. Na segunda, entram os nomes conhecidos e alguns nem tanto, como Aborto Elétrico (que deu origem à Legião e ao Capital) e Detrito Federal, além de outros absolutamente obscuros, como o Diamante Cor-de-Rosa, Oasis e Nirvana (sim, bandas homônimas das gringas, fundadas antes daquelas), que reaparecem numa cuidada árvore genealógica, que impressa em página quádrupla. Além disso, Paulo teve o cuidado de fazer uma lista das bandas favoritas da turma, como Buzzcocks, Talking Heads, Stranglers etc.

O Diário da Turma é um bolo cheio de cerejas, até para quem acha que conhece bem a história do rock de Brasília. Hermano Vianna, irmão de Herbert, deixou que se publicasse trechos de uma carta que Renato Russo havia mandado para ele. Além disso, o livro traz detalhes sobre a tentativa de suícidio do líder da Legião, em 1984, e algumas das mais de 500 fotos que Paulo arrecadou entre os entrevistados. "São aquelas fotos da turma, com enquadramento horrível. Mas tem coisas como o Bonfá, o Negrete e o André Muller no colégio, cinco anos antes de formarem suas bandas", conta.

O trovador solitário


Renato Manfredini Júnior, nome artístico: Renato Russo (Rio de Janeiro, 27 de março de 1960 – 11 de outubro de 1996). Sua primeira banda foi o Aborto Elétrico (1978), que durou quatro anos e terminou devido às constantes brigas que havia entre ele e o baterista Fê Lemos. Russo herdou desta banda uma forte influência punk que o marcou por toda a sua carreira. Nessa mesma época, aos 18 anos, assumiu para sua mãe que era bissexual e, em 1988, publicamente.

Em 1982, integrou a banda Legião Urbana, desenvolvendo um estilo mais próximo ao pop e ao rock do que ao punk. Russo permaneceu na Legião Urbana até sua morte, em 11 de outubro de 1996.

Strani Amori

Mi dispiace devo andare via
Ma sapevo che era una bugia
Quanto tempo perso dietro a lui
Che promette e poi non cambia mai
Strani amori mettono nei guai
Ma, in realtà, siamo noi

E lo aspetti ad un telefono
Litigando che sia libero
Con il cuore nel lo stomaco
Un gomitolo nell'angolo
Lì da solo, dentro un brivido
Ma perché lui non c'è

E sono strani amori che
Fanno crescere e sorridere
Fra le lacrime
Quante pagine lì da scrivere
Sogni e lividi da dividere
Sono amori che spesso a questa età
Si confondono dentro a quest'anima
Che si interroga senza decidere
Se è un amore che fa per noi

E quante notti perse a piangere
Rileggendo quelle lettere
Che non riesci più a buttare via
Dal labirinto della nostalgia
Grandi amori che finiscono
Ma perché restano nel cuore

Strani amori che vanno e vengono
Nei pensieri che lì nascondono
Storie vere che ci appartengono
Ma si lasciano come noi

Strani amori fragili
Prigionieri liberi
Strani amori mettono nei guai
Ma, in realtà, siamo noi

Strani amori fragili
Prigionieri liberi
Strani amori che non sanno vivere
E si perdono dentro noi

Mi dispiace devo andare via
Questa volta l'ho promesso a me
Perché ho voglia di un amore vero
Senza te

Renato Russo não morreu

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Comunhão Espírita de Brasília - 50 anos de fé

O ano era 1961, muitas pessoas se mudavam para Brasília em ônibus como este, e nesse mesmo ano no dia 16 de Janeiro, Benoni Baptista Braga, Dálio Mendonça, Jayme Miranda, Hilpert Viana, Roberto Beck, Emília Pereira, Mário Carvalho e Irene Carvalho, fundaram a Comunhão Espírita de Brasília em uma residência na Av. W-3 Sul na quadra 712 bloco D casa 46.

Logo, por oferecimento do casal Mário e Irene Carvalho, a Comunhão transferiu-se, sem qualquer custo em aluguel, para a sobreloja da antiga Casa do Barata (W3 Sul - 506), dando início à venda de livros espíritas, socorro domiciliar após as sessões, caravanas às cidades-satélites levando gêneros às famílias necessitadas. Em seguida, foi criada a Mocidade Espírita, sob a presidência de Erasmo Cravo.

O primeiro presidente eleito foi Dálio Mendonça (gestão de um ano e meio), sendo substituído pelo vice Benoni Baptista. O período seguinte foi liderado por Benoni Baptista, como presidente, e Mário Carvalho, vice-presidente.

Esta fotografia, gentilmente cedida pelo Sr. Erasmo Cravo, foi realizada na solenidade de lançamento da Pedra Fundamental da Sede Definitiva da Comunhão Espírita de Brasília, em 1964. Da esquerda para a direita, temos: Janvert, Divaldo Franco, Abel Mendonça e Mário Barata.

Em 1962, a propagação da Doutrina Espírita contava com uma coluna no jornal Correio Braziliense, a cargo de Dálio Mendonça, e um programa de 5 minutos semanais na TV Brasília dos Diários Associados, com eficiente atuação de Hilpert Viana. Dos primeiros anos, também, a criação do teatro espírita, com obras recebidas, via mediúnica, por Irene Carvalho.

Registra a história da CEsB, pela sua importância, a realização da Primeira Semana Espírita de Brasília, de 30 de abril a 06 de maio de 1962, com a presença dos oradores ilustres Newton Boechat, do Rio de Janeiro, Abel Mendonça e Divaldo Franco, da Bahia.

Com o crescimento do grupo, foi pleiteada junto à Novacap a doação de um terreno para construção de sede própria. Nesse terreno, onde a Comunhão Espírita se encontra até hoje, foi construído o primeiro prédio, graças às doações da comunidade brasiliense e à renda de almoços, chás e atividades beneficentes, conduzidos pelo grupo de trabalhadores cujo ideal maior era contar com um espaço para a ampliação das atividades de auxílio, amparadas na Doutrina Espírita.

Em breve, o edifício estaria pequeno para comportar o afluxo cada vez maior de pessoas em busca de consolo e lenitivo na Doutrina e um novo prédio passou a ser construído, novamente com o esforço e a cooperação de todos.

Estes dois prédios abrigam hoje inúmeras atividades assistenciais e de apoio espiritual, bem como de estudos e formação espírita, trabalhos com os quais esperamos corresponder aos objetivos de nossos fundadores e cooperar para o bem-estar e a harmonia da comunidade brasiliense e de todos aqueles que tanto contribuíram para o crescimento de nossa Casa.

*Fonte bibliográfica: Brasília - Aspectos Históricos e Fatos Espíritas - Benoni Baptista Braga - 1981 - Ed. Comunicação

Se as águas do mar da vida, quiserem te afogar

Segura na mão de Deus e vai

Se as tristezas desta vida, quiserem te sufocar

Segura na mão de Deus e vai

Segura na mão de Deus, segura na mão de Deus

Pois ela, ela te sustentará

Não temas, segue adiante, e não olhes para trás

Segura na mão de Deus e vai

Se a jornada é pesada, e te cansa a caminhada

Segura na mão de Deus e vai

Orando, jejuando, confessando e perdoando

Segura na mão de Deus e vai

Instituição Espírita Joanna de Ângelis

Fundada em 11 de dezembro de 1975, com sede na Vila Santa Amélia, município de Japeri, no estado do Rio de Janeiro. Tem filial no bairro de Copacabana na cidade do Rio de Janeiro.

Foi declarado "Instituição de Utilidade Pública Estadual" pela Lei 664, de 6 de julho de 1983 e Instituição de Utilidade Pública Federal pela Portaria do Ministério da Justiça de número 2.365, de 25 de agosto de 2004.

A sede da Instituição, assim como sua obra social, a Escola Espírita Joanna de Ângelis, estão localizadas na Vila Santa Amélia, no município de Japeri. Organiza-se em dois departamentos, o "Doutrinário" e o "Educacional".

No Departamento Doutrinário ocorrem reuniões de estudo da Doutrina Espírita e Passe, Evangelização infantil e Juventude Espírita.

A Escola Espírita Joanna de Ângelis oferece Educação infantil e Ensino Fundamental em regime de semi-internato para as crianças das comunidades carentes da região.

A subsede da Instituição está localizada no bairro de Copacabana. Nela ocorrem reuniões de estudo da Doutrina Espírita e Passe, reuniões para o Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita (ESDE) e para o estudo da mediunidade. Possui livraria, biblioteca e fitoteca.

Divaldo Franco, Lygia Banhos e a Mansão do Caminho


Divaldo, desde jovem, teve vontade de cuidar de crianças. Educou mais de 600 "filhos", hoje emancipados, a maioria com família constituída e a própria profissão, no magistério, contabilidade, serviços administrativos e até medicina, tem 200 "netos". Na década de 60 iniciou a construção de escolas-oficinas profissionalizantes e de atendimento médico. Hoje a Mansão do Caminho é um admirável complexo educacional que atende a 3.000 crianças e jovens carentes, na Rua Jaime Vieira Lima, 01 – Pau de Lima, um dos bairros periféricos mais carentes de Salvador; tem 83.000 m² e 43 edificações. A obra é basicamente mantida com a venda de livros mediúnicos e das fitas gravadas nas palestras.

O Centro Espírita Caminho da Redenção administra, dentre outros, os seguintes órgãos assistenciais:

Mansão do Caminho (semi-internato para crianças e jovens carentes), fundado em 15 de agosto de 1952;
A Manjedoura (creche para crianças carentes de 2 meses a 3 anos de idade) ;
Escola Jesus Cristo (ensino fundamental), fundada em março de 1950;
Escola Allan Kardec (ensino fundamental), fundada em 1965;
Escola de Informática;
Escola de Educação Infantil Alvorada Nova, fundada em fevereiro de 1971 com o nome de Esperança;
Escola de Evangelização (ensino espírita para público infantil);
Juventude Espírita Nina Arueira (evangelização e ensino espírita para o público jovem);
Caravana Auta de Souza (auxilia idosos e pessoas inválidas portadoras de doenças irrecuperáveis e degenerativas);
Casa de Assistência Lourdes Saad (distribuição diária de sopa e pão);
Casa da Cordialidade (assiste a famílias carentes);
Centro de Saúde J. Carneiro de Campos;
Evangelização Nise Moacyr (evangelização de crianças);
Grupo Lygia Banhos (esclarecimento e consolo a comunidades carentes);
Livraria Espírita Alvorada (editora e gráfica).

CONVITE À HUMILDADE. “... Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração.” (Mateus: 11-28.) Os que são incapazes de consegui-la identificam-na como fraqueza. Os pessimistas que chafurdam no poço do orgulho ferido e não se dispõem à luta, detestam-na, porque se sentem incapazes de possuí-la. Os derrotistas utilizam-se da subestima para denegri-la. Os fracos, falsamente investidos de força, falseiam-lhe o significado, deturpando-lhe a soberana realidade. Porque muitos não lograram vivê-la e derraparam em plenos exercícios, desconsideram-na... Ela, no entanto, fulgura a prossegue. Sustenta no cansaço, acalenta nas dores, robustece na luta, encoraja no insucesso, levanta na queda... Louva a dor que corrige, abençoa a dificuldade que ensina, agradece a soledade que exercita a reflexão, ampara o trabalho que disciplina e é reconhecida a todos, inclusive aos que passam por maus, por ensinarem, embora inconscientemente, o valor dos bons e a excelência do bem. Chega e dulcifica a amargura, balsamizando qualquer ferida exposta, mesmo em chaga repelente. Identifica-se pela meiguice, e, sutil, agrada, oferecendo plenitude, quando tudo conspira contra a paz de que se faz instrumento. Escudo dos verdadeiros heróis, tem sido a coroa dos mártires, o sinal dos santos e a característica dos sábios. Com ela o homem adquire grandeza interior, e considerando a majestade da Criação, como membro atuante da vida, que é, eleva-se e, assim, eleva a humanidade inteira. Conquistá-la, ao fim das pelejas exaustivas, é lograr a paz. No diálogo entre Jesus e Pilatos, esteve presente no silêncio do Amigo Divino e ausente no enganado fâmulo de César... Seu nome é humildade.

Filha de cearenses, Lygia de Oliveira Banhos nasceu em Belém, no Pará, em 31 de julho de 1916.

Foi funcionária da Delegacia Fiscal do Ministério da Fazenda e depois de alguns anos no Pará, foi transferida para o Rio de Janeiro. Quando Divaldo Franco proferiu uma palestra no auditório do Ministério da Fazenda, no Rio de Janeiro, Lygia o conheceu e nasceu, naquele momento, uma grande amizade. Não demorou muito tempo depois da palestra e Lygia veio visitar a Mansão do Caminho, sendo convidada por Divaldo para colaborar na Instituição.

Solicitou no Ministério sua transferência para Salvador e passou a morar na Mansão do Caminho. Dedicou-se aos trabalhos da Instituição e também à Doutrina Espírita. Quando se aposentou, sua dedicação passou a ser integral, permanecendo com sua abnegada presença durante 22 anos. Era procurada para dar orientação a adolescentes e todos a consideravam como mãe.

Foi ela quem organizou um arquivo das viagens e palestras de Divaldo Franco, arquivo agora de grande importância para consultas e pesquisas.

Lygia Banhos partiu para a pátria espiritual no dia 9 de outubro de 1990. Deixou imensa saudade não só entre os seus familiares, principalmente sobrinhos (era solteira), mas também entre os confrades de incontáveis cidades brasileiras.

É um exemplo de dedicação, amor e fé.

Pepeu Gomes, nosso Jimi Hendrix

Na década de 70, com Moraes Moreira, Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Baby Consuelo formou o grupo "Novos Baianos", no qual tocava guitarra, compunha músicas e fazia os arranjos juntamente com Moraes. Após a gravação do primeiro disco dos Novos Baianos, Pepeu passou a estudar profundamente a música brasileira em ritmos como samba, frevo, choro e maracatu, aprendendo também a tocar bandolim.

Paralelamente aos Novos Baianos, em 1971 Pepeu Gomes substituiu Lanny Gordin na turnê "Fa-tal" de Gal Costa, que foi registrada no disco duplo de mesmo nome, em que Pepeu toca a maioria das faixas. Pepeu partiu para a carreira individual com o final do grupo, por volta de 1978, gravando seu primeiro disco solo "Geração do Som". Na mesma época tocou com Gilberto Gil no Montreux Jazz Festival na Suiça, que foi registrado no disco "Gil ao Vivo em Montreux".

Em 1979, Pepeu Gomes lança seu segundo disco "Na Terra a Mais de Mil", sendo sua estreia como cantor. O disco tem grande sucesso de vendas e possui o hit "Meu Coração".

Em 1980 devido a sua elogiada performance em 1978, é convidado novamente para o festival de Montreux, desta vez individualmente. Esse show também foi registrado e lançado com o nome "Pepeu Gomes Ao Vivo". Ainda neste ano lança a música "O Mal é o Que Sai Pela Boca do Homem", uma parceria com Baby Consuelo e Galvão, que gera muita polêmica devido ao verso "Você pode fumar baseado".

Em 1981, lança o disco intitulado somente "Pepeu Gomes", que leva Pepeu a ganhar seu primeiro disco de Ouro graças a grande execução da faixa "Eu também quero beijar". O disco é seguido por "Um Raio Laser" (1982) e "Masculino e Feminino" (1983), com este ultimo sendo gravado no Estados Unidos com os arranjos do maestro Ronnie Foster e com músicos consagrados como Paulinho da Costa, Jerry Hey, Garry Grant, Airto Moreira e John Robinson.

Em 1985 Pepeu lança o disco "Energia Positiva" e é convidado para participar do Rock In Rio. Mesmo encontrando uma plateia hostil com a maior parte dos artistas brasileiros, Pepeu foi ovacionado e reconsagrado. Pepeu considera o Rock in Rio como um dos maiores momentos de sua carreira, e após o show foi cumprimentado por John Sykes, guitarrista do Whitesnake. Após um hiato de 3 anos, em 1988 Pepeu lança o disco "Pedra Não é Gente Ainda" e excursiona pelo Brasil.

No final da década de 1980, voltou-se para a música instrumental dedicando-se mais a seu trabalho como guitarrista, relendo velhos sucessos como os chorinhos "Brasileirinho" (Waldir Azevedo) e "Noites Cariocas" (Jacob do Bandolim), presentes no início de sua carreira e que fizeram sua fama de virtuose, participando de festivais de jazz pelo mundo todo e lançando, em 1989, "Instrumental On The Road", sendo agenciado pela Third World Talent Agency de Nova York.
Na década de 1990 reencontra seu antigo parceiro Moraes Moreira com quem lança dois discos: "Moraes e Pepeu" e "Moraes e Pepeu ao vivo no Japão", este ultimo resultado da turnê que teve o ultimo show realizado no Rock in Rio II. Em 1993 Pepeu lançou um novo disco obtendo bastante sucesso, principalmente devido a música "Sexy Yemanjá" que foi trilha sonora da novela "Mulheres de Areia" da Tv Globo. Pepeu continuou durante a década de 90 a fazer turnês, tocando novamente no festival de Montreux e realizou diversos shows com o guitarrista Armandinho.

Em 1998 Pepeu lança uma coletânea com todas as músicas intrumentais de sua carreira "20 anos: Discografia Instrumental" e no ano seguinte lança um cd de releitura de seus maiores sucessos com roupagem acústica, intitulado "Meu coração". Esse disco foi produzido pelo guitarrista Robertinho de Recife e possui duas músicas inéditas: "O que é que você quer comigo?" e "Dono de mim".

Em 2004 para comemorar seus 25 anos de carreira solo, lançou Cd e Dvd "De espírito em paz - Ao Vivo" e atualmente se encontra preparando para lançar mais um disco.

Fonte: Wikipédia